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Relação entre flexibilidade e dor em idosos ativos
Eduardo Hauser, Eliane Mattana Griebler, Andrea Kruger Gonçalves

Última alteração: 2012-08-09

Resumo


O objetivo deste trabalho foi verificar a relação entre a flexibilidade e a dor em indivíduos idosos praticantes de atividade física em um projeto de extensão universitária. A amostra foi composta por 12 homens (75,5±5,23)(GH) e 57 mulheres (67,95± 8.0)(GM). Foram utilizados os testes físicos “sentado e alcançar” para avaliar a flexibilidade de membros inferiores (FLEXMI) o teste “alcançar atrás das costas” para avaliar a flexibilidade de membros superiores (FLEXMS); para a avaliação da dor utilizou-se o domínio DOR do questionário de avaliação da qualidade de vida SF-36. A média e o desvio padrão no GH para FLEXMI foram de -4,8cm (±9,3) e para FLEXMS foram de -11,6cm (±8,5). No GM, os resultados para FLEXMI foram de 3,9cm (±9,7) e para FLEXMS foram de -2,7cm (±7,3). Para a dor, os resultados indicaram média de 74,0 (±18,5) pontos no GH e 71,1 (±23,4) pontos no GM onde a pontuação máxima é 100 e a mínima é zero. A análise estatística indicou correlação significativa negativa entre a FLEXMI E FLEXMS com o domínio DOR no GM, confirmando que quanto maior a flexibilidade, menor é a dor. Deste modo a prática de exercícios físicos pode minimizar os efeitos na dor em mulheres idosas.

Palavras-chave


Idoso, dor, flexibilidade

Texto completo: anais