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FUTSAL E MULHER RURAL: NOTAS INICIAIS ACERCA DA RECONFIGURAÇÃO DA SUBJETIVIDADE FEMININA NO CAMPO
Priscila Postali Cruz, Eliane Ribeiro Pardo

Última alteração: 2012-08-05

Resumo


Esta proposta de pesquisa pode ser caracterizada como um estudo pautado nas premissas etnográficas apontadas por Clifford Geertz (1978) e que está lançando mão de métodos advindos da pesquisa qualitativa para coleta e análise dados. De posse do material empírico, buscará dar conta de visualizar como se concebe a feminilidade elencada no corpo de mulheres rurais ligadas à uma entidade vinculada à produção agroecológica de alimentos e que jogam futsal. Dentro deste contexto, tratará de entender como se dão os processos de subjetivação destas mulheres, a partir do “jogar futsal” e as relações deste “ser mulher” no campo com o pensamento ecológico emergido dentro do sistema de produção conotado. Parte do pressuposto que o grupo de mulheres escolhido como campo empírico, sustenta as suas relações (familiares, sociais e no processo de produção) de maneira diferenciada à de mulheres ligadas ao sistema de produção agrícola familiar convencional, onde impera o patriarcalismo. Pauta-se na premissa de que tais diferenciações se dão por conta das ecosofias (GUATARRI, 2009) emanadas no meio de produção agroecológico. A importância da proposta de pesquisa está em levantar questões acerca da subjetividade feminina, especialmente a rural, e de como ela se (re) configura a partir de práticas corporais como o futsal.

Palavras-chave


futsal - mulher rural – subjetividade

Texto completo: anais